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A arquitetura moderna é um movimento que tornou-se bastante popular em meados do século XX. Direcionado para evidenciar composições simplórias, utilizando elementos estratégicos, tal movimento marcou tão profundamente a arquitetura que, ainda hoje, é utilizada como referência em grande parte dos projetos arquitetônicos.
É válido mencionar ainda que a arquitetura estilo moderno trouxe um importante legado, não só para o Brasil, mas também, através de grandes obras espalhadas por todo o mundo.
Por aqui, fomos berços de artistas renomados, cujos projetos são mundialmente conhecidos. Mas, afinal, como empregar esse estilo nas construções modernas?
Neste artigo, entenda melhor sobre a arquitetura modernista, o seu conceito, história e principais nomes brasileiros. Boa leitura!
A arquitetura moderna trata-se de um movimento cuja proposta de construção associa-se à resposta urbana projetada sobre os desafios impostos pela sociedade industrial. Fundamentada principalmente na utilização de elementos básicos, este estilo produziu construções incríveis, de conjuntos estéticos muito à frente de sua era.
Nascida no fim do século XIX, sua criação se deu como ponte para contrastar as tendências divergentes predominantes.
Ou seja, o movimento tornou-se popular justamente por adotar uma proposta que se diferencia, em diversos aspectos, dos projetos arquitetônicos mais comuns naquela época. Afinal, fazia parte de suas regras básicas apostar na simplicidade para criar grandes obras.
Muito elegante e inspiradora, a arquitetura modernista brasileira marcou artistas de todo o mundo, sobretudo em função de suas grandes obras inovadoras. Dentre os principais nomes, responsáveis pela história da arquitetura moderna no país, destacam-se:
Tido como um dos precursores da arquitetura modernista no Brasil, o Arquiteto e Urbanista Lúcio Costa foi diretor da Escola Nacional de Belas Artes em uma época que lhe proporcionou conviver com um aluno ilustre: Oscar Niemeyer.
Dentre as obras que marcaram o portfólio de Lúcio Costa, estão os projetos da sede do Ministério da Educação e Saúde Pública do Rio de Janeiro (atual Palácio Gustavo Capanema), além do Estádio Pacaembu, inaugurado na década de 40, e do Plano Urbanístico da Barra da Tijuca.
Outro nome que deu início a arquitetura moderna brasileira, João Batista Vilanova Artigas é conhecido por ter suas obras associadas ao movimento arquitetônico denominado Escola Paulista, tendo sido responsável por projetos que marcaram a história do país.
Em cinco décadas de profissão, foram mais de 700 obras assinadas pelo arquiteto, das quais destacam-se o Estádio do Morumbi e a sede da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo) – USP.
Um dos principais nomes do movimento modernista no Brasil, Oscar Niemeyer é um dos mais renomados arquitetos brasileiros, tendo obras reconhecidas em diversas partes do mundo.
Pupilo do francês Le Corbusier, a marca registrada de Niemeyer são as suas construções em concreto, cujas janelas amplas remetem a sua principal influência artística. Dentre outros mais de 600 projetos, construções como o Sambódromo do Anhembi, o Congresso Nacional e o Conjunto da Pampulha ainda se destacam nos dias de hoje.
Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, o termo “moderno” não é sinônimo de “contemporâneo”. Na verdade, a arquitetura moderna é influenciada pelo estilo moderno, movimento este que está intimamente ligado ao estilo modernista iniciado no século XX.
Para entender a diferença entre tais movimentos artísticos, portanto, basta ter claro que a arquitetura moderna é aquela influenciada por ideologias muito à frente do seu tempo, e que marcaram o período entre a década de 1930 e 1950 no Brasil.
A Arquitetura Contemporânea, por sua vez, refere-se a um movimento iniciado no fim dos anos 80 e que, até hoje, mantém-se em constante evolução. Nesse estilo, é valorizada a interação entre a natureza e as construções, além de ser característica também a pluralidade, as curvas e as linhas suaves em suas estruturas.
Trazendo o conceito aplicado na arquitetura moderna para as construções atuais, é possível empregar elementos arquitetônicos que colocam em maior evidência um estilo minimalista e atemporal. Veja abaixo:
A neutralidade das fachadas é uma característica bastante forte da arquitetura moderna. Este estilo pauta-se, principalmente, em fachadas limpas e amplas, que trazem um visual menos poluído, além de conferir maior fluidez. Para aplicá-lo, utiliza-se estratégias de embutir o telhado, por exemplo, além de investir em linhas retas e curvilíneas.
Um projeto arquitetônico com grandes vãos é também uma característica que marca bastante o estilo arquitetônico moderno.
Por isso, ambientes integrados são apostas mais eficientes na hora de fazer sua própria releitura desse estilo. Um bom exemplo são os projetos de conceito aberto, ou seja, que trazem menor divisão de ambientes, mas um maior equilíbrio entre a integração do espaço e sua funcionalidade.
Por falar em funcionalidade, este é um fator que deve, inevitavelmente, ser integrado a um projeto baseado na arquitetura estilo moderno. Para tanto, deve-se ter cuidado na hora de produzir um ambiente minimalista, a fim de que ele não tenha sua usabilidade comprometida pela exclusão de elementos.
Assim, pensar na posição apropriada das mobílias, por exemplo, é um cuidado essencial, tal como pensar no uso do espaço.
Quando o assunto é o minimalismo, nada combina melhor do que um estilo de construção que remete à arquitetura modernista, já que um de seus pilares passa diretamente pela eliminação de itens e o apoio à ideia de que “menos é mais”.
Como já mencionamos anteriormente, o Brasil é berço do estilo arquitetônico moderno.
Assim, para os amantes dessa linha arquitetônica tradicional, o legado presente aqui é incomparável. Há muitos exemplos de grandes obras, assinadas por importantes nomes do movimento no país.
Dentre os principais projetos da arquitetura modernista brasileira, destacam-se o MASP, o MuBe e o Congresso Nacional:
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